Pitacos de Ana!

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Olá, queridas!

Como vocês estão? Andei por um bom tempo afastada do mundo virtual, o mais que consegui, por motivos pessoais. Mas agora estou de volta, e para ficar! A Camila me deu liberdade para escrever para vocês sobre todos os assuntos que me interessassem. E, como vocês puderam notar, minha tendência à reflexão de boteco é grande! Bom, hoje eu queria falar sobre uma experiência incrível que tive em contato com um filme. Básico. Mas inspirador. E é exatamente esse o assunto do post de hoje: inspiração!

 

pitacosdeana

 

 

Como nos inspiramos para a grandeza quando só ela nos satisfaz? Como inspiramos aqueles que nos cercam? O que é capaz de realmente nos inspirar? Como alguém passa 30 anos de sua vida em uma cela minúscula na prisão e sai de lá pronto para perdoar aqueles que o colocaram lá? Minha resposta para todas essas perguntas é única: Amor. Puro, simples, verdadeiro. Amor.

 

É ele que nos tem faltado ao acordar e agradecer por mais um lindo dia. Ele nos tem faltado no trabalho, em casa, em todas as nossas relações. Porque só a falta dele pode causar tanto horror, tanta violência, tanto desrespeito. E só a sua presença pode trazer esperança. Por mais que pareça extremamente clichê, é só ele que pode nos mostrar o caminho verdadeiro para a felicidade. Só ele nos permite perdoar com sinceridade e respeitar o que é tão diferente de nós.

 

E a minha pergunta para você é: o que te inspira?

 

Cheguei a ela por meio do contato com uma obra belíssima, o filme Invictus. Ele conta a trajetória do presidente Nelson Mandela, após sair da prisão, na condução de um país pobre pelo caminho da superação. É simplesmente maravilhoso! Tocante! Dica para quem precisa de um pouco de esperança na humanidade, refletir sobre a vida ou simplesmente quer assistir a um excelente filme.

 

E, como minha inspiração no momento, deixo com vocês o poema vitoriano que inspirou o título do filme. Espero que gostem!

 

Beijos,

 

Ana

 

Ana

Invictus

Do fundo desta noite que persiste

A me envolver em breu – eterno e espesso,

A qualquer deus – se algum acaso existe,

Por mi’alma insubjugável agradeço.

Nas garras do destino e seus estragos,

Sob os golpes que o acaso atira e acerta,

Nunca me lamentei – e ainda trago

Minha cabeça – embora em sangue – ereta.

Além deste oceano de lamúria,

Somente o Horror das trevas se divisa;

Porém o tempo, a consumir-se em fúria,

Não me amedronta, nem me martiriza.

Por ser estreita a senda – eu não declino,

Nem por pesada a mão que o mundo espalma;

Eu sou dono e senhor de meu destino;

Eu sou o comandante de minha alma.

 

Autor: William E. Henley – Tradutor: André C. S. Masini.

 

1 Comentário

  1. Mauane

    06/11/2013 at 9:41 am

    Olá Ana, gostei muito de ler suas palavras, com certeza o amor cura, somente ele é capaz de reconstruir a esperança de um mundo melhor, e esse mundo esta dentro de cada um de nós. Obrigado por compartilhar palavras tão sabias e positivas.Continue sempre escrevendo por aqui, sempre acompanho o blog. Beijos!

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